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terça-feira, 20 de setembro de 2011

BALEAL RUMO À ÁFRICA: EM BUSCA DO 13º ELEMENTO E AS SEREIAS DE PEEP TOE CORAL

Durante esta semana, os amigos BALEIAS embarcarão para o velho continente. Miguel Delgado e alguns BALEIAS vão para a Alemanha com o objetivo de participar da 38ª Maratona de Berlin. Por lá, tenho certeza que eles serão reconhecidos e farão sucesso com o manto coral. No mundo que corre, ser BALEIAS é sinônimo de celebridade. Então, algo me diz que o recordista mundial Haile Gebrselassie não vai resistir e, antes de ganhar a prova, acenará para os BALEIAS e dirá em voz alta: Miguel, I want to be BALEIAS !!!


Se o mundo todo quer ser BALEIAS, então pensei que se eu descobrisse o coletivo de BALEIAS seria mais prático para falar desse grupo que cresce em escala exponencial.
Fui pesquisar no Google...

Visitando a página do humorista Nani, li uma história sobre filósofos gordos que estavam em um bar discutindo um possível nome para o seu grupo de carnaval. Enquanto apresentavam as sugestões, o garçom comentou baixinho: – “Vai ser engraçado ver esta turma de barrigudos sambando” –, mas todos ouviram. – “Somos um baleal mesmo!” – falou alguém que teve que explicar ao garçom que baleal é o coletivo de baleia.
É isso mesmo, baleal é o coletivo de baleia.

Entre os muitos coletivos que eu tive que memorizar, do ensino fundamental ao vestibular, esse eu nunca escutei ou fui apresentado.

De acordo com Cláudio Moreno, do blog a flauta de pan, no tempo em que se valorizava a memorização de listas de coletivos, muitas vezes sem o menor sentido prático, como cáfila, alcatéia ou panapaná, discussões colaterais e científicas impediam que o coletivo de baleia fosse cardume, pois baleia não é peixe. Baleia é mamífero.

Mas, em determinados contextos, essa ciência formal talvez não faça o menor sentindo.
Assim, Cláudio Moreno evocou Câmara Cascudo para apresentar e justificar a tradição brasileira de dar nomes de peixes aos cachorros. Entre os muitos exemplos, cita a simpática cadelinha Baleia, do romance “Vidas Secas” (Graciliano Ramos, 1938). Mesmo cientificamente equivocado, a baleia é, até hoje, considerada peixe por grande parte de nosso povo, e continua a viver alegremente em cardumes, porque a língua não se prende, necessariamente, às classificações científicas.

Entretanto, o dicionário Houaiss nos ensina que o coletivo de BALEIAS é BALEAL. Pode conferir. Exemplo: “Em junho de 2012, o BALEAL seguirá rumo à África do Sul para participar da Comrades Marathon”. Entendido? Sim e não! Sim para o coletivo, não para os BALEIAS na África do Sul em 2012.
É verdade?

Sim, acabei de saber por fontes fidedignas que Miguel Delgado já confirmou um BALEAL composto por 12 indivíduos para participar da Comrades Marathon 2012. Também soube, por fonte segura, que ele está em busca do 13º elemento para completar o BALEAL. Essa criatura que integrará o BALEAL será tão importante para Miguel quanto o Ophiucus é para a constelação zodiacal, ela será o 13º elemento BALEIAS
Miguel convidou Joel Leitão (blog corredor disciplinado) para ser o 13° integrante, mas temo que o colega queira correr os 89km da Comrades descalço. É que Joel costuma subverter as recomendações dos especialistas e de vez em quando corre uma prova descalço. Joel, não faça essa loucura! Deixe as loucuras para as modelos que querem ser “sereias”, mas, quando calçadas com um peep tou coral, se declaram BALEIAS para o mundo todo. Miguel, até as sereias são BALEIAS!
A propósito, o bloco de gordinhos filósofos saiu no carnaval cantando a marchinha “Moby Dick Sem Colesterol”, que era assim:
Não existe alegria na anorexia/
gosto das fofas/
e gosto das baleias...

Viva o BALEAL!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

LITERATURA BALEIAS NO IMAGINÁRIO


VIAJAR, CORRER, AMAR – Miguel Delgado
Ser BALEIAS é cuidar mais da cabeça do que do corpo”. É com essa frase que Miguel Delgado nos apresenta o seu mais novo livro: Viajar, correr, amar.
Nesse livro, Miguel relata como tudo começou. Como uma simples ideia de não ultrapassar os 100kg virou um estilo de vida, o Jeito Baleias de Ser (JBS).
Viajar, correr, amar relata a emocionante história de um gordinho que virou supercelebridade do pedestrianismo e que agora é considerado o guru das corridas de rua. Apresenta também detalhes incríveis sobre as amizades que fez durante as corridas em vários Estados brasileiros e como compartilhou essas emoções por meio de seu blog.
O amor BALEIAS é narrado de forma simples, assim como o natural movimento de correr.  Ele relata a emocionante descoberta de sua segunda pátria, o Paraguai, que abraçou o Jeito Baleias de Ser de forma incondicional e para sempre.
No último capítulo, “A Volta Internacional da Pampulha”, ele descreve de forma primorosa a festa que nunca acaba, além de toda a organização para fazer a anual e oficial foto BALEIAS. Com essa obra literária, o alvoroço no mundo que corre foi oficializado e não tem mais volta.
Depois de ler esse livro, você vai entender porque virou uma febre nacional dizer: “Miguel, eu quero ser BALEIAS!



EU QUERO SER BALEIAS: COMO CONQUISTAR O MUNDO DAS CORRIDAS – Elis Carvalho
Agora é tarde! O descontrole é geral e todos desejam ser BALEIAS. A ultramaratonista e escritora Elis Carvalho deu título ao livro com a frase que Miguel Delgado mais gosta de escutar: "Eu quero ser BALEIAS!"
Elis revela como as pessoas se identificam e desejam virar BALEIAS. De forma simples, apresenta a paixão pela equipe coral, descreve o alucinante sentimento de vencer as ladeiras e de como é bom sentir o vento no rosto durante as corridas.
No capítulo "Como escalar todos os aclives e conquistar o mundo das corridas", ela conta a história de como desafia mentalmente todas as ladeiras, aparentemente intransponíveis, com a ajuda da caixa dos Correios tamanho GG.
Como inspiração, ela trocou muitas correspondências com o Xerpa (made in Nepal) Ricardo Hoffmann, que adora ultrapassar os limites das porteiras ladeiras, e compilou as sensações de sobreviver aos desafios de correr rampas com 45 graus de inclinação.
A paixão e a alegria pelas ultramaratonas, super ladeiras e pelo manto coral dão um toque emocionante e bem humorado ao seu texto. Apresenta ainda um capítulo filosófico, argumentando sobre a ausência de dicotomias na vida dos corredores BALEIAS, colocando a família e a corrida na mesma dimensão. Como autor desta resenha, entendo que ela quis dizer que não é necessário negar o resto do mundo para correr e ser feliz.
Ser BALEIAS é (também) "Dividir uma Kombi com amigos a caminho Urubici". Esse delicioso capítulo encerra o livro e se destaca pela forte emoção de sonhar e realizar de uma forma tão imediata o desejo de participar de uma corrida de montanha, dividindo com os amigos quase 200km de kombi BALEIAS ladeira acima, a caminho de Urubici. Esse capítulo inspirou a arte da capa. Confiram!



BASES FILOSÓFICAS DO WUNENISMO – Ricardo Hoffmann
O amor se revela de várias maneiras e pode sobreviver sem declarações explícitas. Segundo Wuneni Arantes, falar estritamente o necessário também se aplica ao amor, embora a maioria dos mortais tenha dificuldades para compreender isso. 
É nesse contexto que Ricardo Hoffmann apresenta as Bases filosóficas do Wunenismo, recente doutrina inspirada na forma de viver do BALEIAS Wuneni Arantes. O autor descreve a sua experiência em conviver  alguns dias com o seu quase monossilábico Mestre Wu.
Entre os poucos pilares que sustentam o Wunenismo, destacam-se os seguintes: 1) Jamais perder para Miguel Delgado e 2) Voltar para ajudar os amigos só depois de cruzar a linha de chegada. Aqui, o verdadeiro amor é revelado pelo Wunenismo de forma velada, mesmo que aparentemente ecoe como uma provocação. O risco de ter as suas roupas rasgadas, cortadas e jogadas na rua existe, mas ele não esboça reação, para decepção daquele que o ama. Continuar vencendo é a maior prova de amor...
Com maestria e muita sensibilidade, Ricardo Hoffmann desvenda os segredos do mais enigmático personagem BALEIAS, revelando detalhes de um homem muito reservado e que carrega um pombo no peito.



CHIC É SER BALEIAS – Marinês Melo
O vestuário faz parte das culturas e se mantêm há séculos presente no cotidiano das pessoas. É com esse pensamento que Marinês Melo nos faz refletir sobre o motivo pelo qual algumas indumentárias estão direcionadas para determinadas pessoas, principalmente como o manto coral está direcionado para os BALEIAS.
Aqui você encontrará um verdadeiro tratado sobre o tom coral na vida dos BALEIAS, toda a extensão do verdadeiro sentimento que existe por trás dessa cor. 
Nesse manual de estilo, Marinês Melo nos ensina como sobreviver ao frenético mundo da moda das corridas de rua sem perder a etiqueta. No capítulo "O que fazer para não ficar demodê quando a cor é um limite no seu quarda roupa?", orienta como um BALEIAS deve se vestir para não perder o glamour durante os 42km da bela distância.
Aceitar e vestir o manto coral é a definição de determinados comportamentos específicos, diz  Marinês Melo em: Chic é ser BALEIAS.





terça-feira, 26 de julho de 2011

POR QUE TODOS QUEREM SER BALEIAS?

Qual será a explicação para este fenômeno que inquieta o mundo que corre?

Por que as pessoas se identificam com essas criaturas de indumentárias alaranjadas?

Talvez não tenhamos as respostas para estas perguntas, mas reparem nos seguintes fatos. Muitos atletas que faziam parte de outras equipes, como Ivana (No Mundo das Lulus), Tutta (Correndo Corridas) e Elis Carvalho (Diário de uma   Corredora), por exemplo, identificaram-se com o jeito BALEIAS de ser e anunciaram em seus blogs a mudança na cor da camisa. Recentemente, as corredoras Dani Kato (Correndo e Emagrecendo), Mônica Cordeiro (Irmãs Cordeiro) e Vanessa (Corrida de Rua) solicitaram a Miguel Delgado adesão ao universo BALEIAS, fato que gerou certo alvoroço no cenário “corrístico”.
Tenho a impressão que Drica e Sérgio (Let's Run) já simpatizam com o manto coral... Vamos aguardar...
Mariana Cordeiro (Irmãs Cordeiro), que nos surpreendeu recentemente, organizou uma festa de aniversário com o tema e cores BALEIAS. Como ter na equipe uma pessoa tão especial como Ricardo Hoffmann (Run for Free), amigo que sempre lembra de todos os BALEIAS (e não BALEIAS) durante suas corridas ? 
Como explicar tudo isso?

Na tentativa de desvendar o segredo BALEIAS para agregar recentemente meio mundo de corredores em torno do manto coral, fui a Belo Horizonte (Minas Gerais) experimentar um pouco desta atmosfera contagiante e compreender as bases filosóficas desta equipe.

Já em Belo Horizonte, minha filha Laura, que é fã de Miguel Delgado, foi logo agraciada com um manto coral personalizado, com direito a nome e bandeiras estampadas na camisa. Laura ficou doidinha com o presente e correu, dançou e pulou por todo o Aeroporto de Confins, para a alegria de Miguel Delgado e Wu Arantes.

Laura e o mundo BALEIAS

Laura recebendo o manto coral  BALEIAS

Wu Arantes, Laura e Miguel Delgado

Adoro gente que mostra o último molar na hora de sorrir.

Antes de comer um pão de queijo com um “cafezim”, fiz contato com Miguel avisando da intenção de correr 15 minutos na Lagoa da Pampulha. Marcamos uma reunião para acertar todos os detalhes. Para o meu espanto, Miguel apareceu vestido de paletó e gravata, saindo direto de seu escritório patrocinador de corridas. 

Miguel Delgado vestido de "Super Causídico"

Mesmo vestido de “Super Causídico”, Miguel não perdeu  tempo e rapidamente mobilizou os BALEIAS que não estavam em gozo de férias e combinou dia e hora para esta corrida.
Sexta-feira, dia 22 de julho, seis da manhã, nos encontramos em frente à Igreja de São Francisco de Assis, à margem da Lagoa da Pampulha. Logo começamos a fazer uma série de fotografias antes que todos chegassem, adiantando parte do meu trabalho de registro e investigação sobre o contagiante e incontrolável desejo de se tornar BALEIAS.

BALEIAS e ACORJA na Lagoa da Pampulha (Belo Horizonte - MG)

BALEIAS e o Belo Horizonte

Ismael Neto e Marcos segurando Miguel Delgado. 
O presidente BALEIAS estava doido para correr! 

Miguel Delgado flutuando nas calçadas da 
Lagoa da Pampulha (Belo Horizonte-MG)

Finalmente, uma foto de Miguel voando!

Meire

Marcos


Ismael Neto

Wu Arantes

Zilda

Detalhe do calção de corrida BALEIAS.

CASAIS BALEIAS
Marcos e Meire

Wu e Zilda

Miguel e Ismael Neto

Miguel Delgado pedindo perdão a São Francisco pelo exagero financeiro na hora de comprar o tênis de corrida.

Vejam que São Francisco é quase um Tarahumara e ...
... Miguel Delgado um exagerado BALEIAS.

Mesmo passando pouco tempo com os BALEIAS, ficou evidente que este povo quer um motivo para ser feliz. Não importa se você corre muitos ou poucos quilômetros, se você corre rápido ou devagar, se você é gordo ou magro. O que importa é ter motivos para viajar e curtir a vida intensamente. Mas, se for correndo, é melhor ainda!

Finalmente, acho que ser BALEIAS é cuidar mais da cabeça do que do corpo.

Tudo isso me deu saudades da ACORJA, equipe que me abraçou e que me deu identidade no mundo das corridas. Saudades de Lula Holanda e de todos os amigos que me prestigiam sempre. Estou chegado...

Depois dessa experiência BALEIAS, ainda tive tempo para conhecer lugares belíssimos em Minas Gerais, como a Igreja de São Francisco, em Ouro Preto, o Instituto Inhotim, em Brumadinho, e o Mercado Central de BH. No mercado, Laura adorou principalmente os doces, que constantemente nos convidavam a cometer o pecado da gula.
Igreja de São Francisco (Ouro Preto - MG)


Laura correndo nos jardins do Instituto Inhotim (Brumadinho-MG)

Ana Carolina (esposa) e Laura Lins (filha) durante a visita ao
 Instituto Inhotim (Brumadinho-MG)

Laura no Mercado Central de Belo Horizonte (MG) provando doces.

Depois de retornar dessa terra “boa de mais da conta”, estou aqui em casa lembrando as férias e comendo goiabada cascão com queijo minas.


Minas Gerais é um lugar excelente para visitar, mas terrível para se fazer dieta.

Domingo, dia 31 de julho, estarei pronto para fotografar todos os amigos corredores que participarão da Maratona Maurício de Nassau. Até lá!

domingo, 22 de maio de 2011

Casado com a ACORJA, amante dos BALEIAS e apaixonado pelo CORPORE SANO

Amigos,
o post de hoje é uma grande confissão. Já estou casado com a ACORJA há um ano e a nossa relação é espetacular. Mas o mundo sempre nos tenta e, quase sem querer, arrumei uma candidata a amante a uma certa distância daqui. Trata-se da Equipe BALEIAS, muito simpática, generosa e afetuosa. Foi difícil resistir às tentações dessa equipe que usa indumentárias alaranjadas, que se destaca das muitas outras existentes pelo tamanho “G” em tudo que faz. Uma equipe literalmente passional. Fico aqui em casa deitado e sonhando em um dia usar a camisa coral em uma grande festa chamada maratona.

Gilmar sonhando com os BALEIAS...

Mas a ACORJA foi amor a primeira vista. Isso eu não esqueço. Esse sentimento com a ACORJA cresceu de forma incomensurável, permitindo uma relação madura e de fácil convivência. Quem já “ficou” com a ACORJA sabe do que estou falando. Além da confiança, nos sentimos amparados e cuidados semanalmente durante nossos encontros. Espero envelhecer correndo com a ACORJA, dividindo muitos quilômetros, risadas e histórias. Não existe a menor possibilidade de divórcio. É por ela que acordo cedo três vezes (ou mais) por semana para suar a camisa. Hoje de manhã fui passear (25 km) com minha equipe pelo Sítio do Pica Pau Amarelo. Vimos lindas paisagens, riachos e matas. Ela estava linda, cheia de gente alegre e especial. Vejam as fotos:

Gilmar e a ACORJA - Uma história de amor.

Tereza, Pâmela e Juliana Job, felizes e prontas para fazer os 25 km.

 L  A  R  G  A  D  A !!!





Paulo Sobral e o seu  "carro coelho" a  20 km/h.  Só isso !?

Paulo Sobral é o primeiro corredor da ACORJA a ter implantes biônicos em seu corpo. É verdade, o cabra parece com o "Homem de seis milhões de dólares",  famoso personagem de um seriado da TV no início dos anos 80.

Lula vencendo os obstáculos com sua excelente forma física

Afonso também pulou e...

...deixou a sua marca nesta corrida.

Tereza também desafiou os obstáculos deste percurso.

Kacau

Ivanilson (Primo)

Como é bom ter a companhia de Juliana Job nas nossas corridas.
Não importa o tamanho do percurso, ela está sempre com um
sorriso no rosto. Foi a única mulher a enfrentar os 65km do
DESAFIO DA BR 232, no dia 30 de abril.

Afonso chegando no primeiro posto de hidratação

O lindo e bucólico tapete feito com as flores do jambeiro deu mais poesia a nossa corrida.

Paulo Sobral e Almir Duarte correndo no interior da Mata Atlântica - Polimento perfeito para enfrentar os 89 km da  COMRADES 2011, na África do Sul, dia 29 de maio.

Flávio Maia (Maratona de Nova York 2010) - Amigo e advogado 0800

Pâmela corre sempre em ritmo acelerado e precisa garantir sua água com o supercinto de hidratação

Pâmela

Juliana Job liderando a ACORJA  em plena Mata Atlântica

Tereza

Evandro Alemão


Paulo Sobral


Lula Holanda

Almir Duarte fez seus últimos quilômetros já pensando na COMRADES 2011.

Henrique finalizando seus  25 km na maior concentração.


  C  H  E  G  A  D  A  !!! 

        Sapato sujo e alma lavada.     


Como se não bastasse toda essa tentação do mundo “corrístico”, a equipe CORPORE SANO surgiu na minha vida de forma simpática e colorida. Ano passado, durante uma corrida organizada pela Academia CORPORE SANO, não resisti e fui fotografá-la. Tivemos uma corrida especial, cheia de imagens... Aquela noite foi inesquecível.
De maneira perfeccionista, ela atrai cada vez mais admiradores, pessoas apaixonadas por corridas que encontram nessa equipe a sua cara metade.
Hoje à tarde, na Rua da Aurora, ela realizou mais uma corrida que se destacou pela organização e alto astral de todos que participaram. Vejam as fotos:


André Nonato (de colete verde) ladeado pelos atletas do CORPORE SANO

Destaque para o chip no tênis vermelho do amigo Anízio ENDORFINADO

Amor de mãe na corrida Corpore Sano



          A Q U E C I M E N T O          



André Nonato - Líder da equipe CORPORE SANO





             L  A  R  G  A  D  A               

























Chegada triunfal






Depois dos 20 km, Anízio já estava prá lá de ENDORFINADO


Quem quiser curtir o vídeo da Corrida Corpore Sano é só clicar na setinha abaixo. A música é excelente para correr - Everybody's Grooving (House Boulevard).



Na Região Metropolitana do Recife existem ainda muitas outras equipes lindas, com muitos atributos, que podem atrair qualquer apaixonado por corridas, como: ENDORFINADOS, HEALTH TEAM, BENEFIT RUNNER, CORRE, ACOPE, entre outras.

Gostaria de propor aos nossos líderes uma corrida que reunisse todas essas maravilhosas equipes, cada uma levando o que tem de melhor. Nesse dia estaríamos quebrando as fronteiras entre as equipes, fazendo da corrida um motivo para reunir todos os atletas. Todos usando a mesma camiseta:


O que vocês acham da ideia?    

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